// Os caminhos da Construção Civil

Muito se tem falado a respeito do setor de construção civil no Brasil e de suas perspectivas de expansão para os próximos anos. Este fenômeno está intrinsecamente ligado à proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos que acontecerão no País nos próximos três anos e que vêm impulsionando este mercado de forma surpreendente já há algum tempo.

Embora os números oficiais revelem moderação quanto ao que se espera do desempenho do segmento em 2013, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo anunciou a redução de 3,5% para 3% a previsão de crescimento do PIB do setor, não há lugar para pessimismo.

Seja para o atendimento às demandas geradas por estes eventos, como construção e reformas de estádios e hotéis, seja pela necessidade de retomada definitiva das obras de infraestrutura, que se bem realizadas poderão constituir o real legado para a população brasileira, muitas companhias voltadas à construção civil já estão atentas às novas oportunidades e estão investindo cada vez mais na profissionalização.
Mas o sucesso neste ramo de atividade exige visão de longo prazo e planejamento. Além dos grandes eventos, o Brasil é um País de desafios infindáveis a serem supridos neste universo.

Nesse cenário, construtoras e incorporadoras buscam cada vez mais dinamismo, afinal o tempo é curto para tantas realizações e as expectativas são bastante altas. Indo ao encontro destas exigências, muitas empresas vêm se valendo de soluções inovadoras e, sobretudo, incorporando a tecnologia da informação em suas rotinas, para se manterem eficientes e competitivas em um segmento que é, e sempre será, a mola mestra de desenvolvimento de um país. Já é possível controlar todas as atividades em um canteiro de obras apenas com um tablet ou um aplicativo mobile, sem exigir um sinal de telefonia ou o manuseio de documentos em papel, o que reduz custos desnecessários e proporciona ganhos em qualidade de gestão de pessoas e tempo.

Além do esforço das empresas privadas em acompanhar esta tendência de expansão, é importante o envolvimento mais profundo do poder público para que tanta energia não se dissipe no encerramento das Olimpíadas no Rio de Janeiro.

Obras estruturais são cada vez mais essenciais e devem ser prosseguidas mesmo após os grandes eventos, para que o Brasil continue sendo rota não apenas dos turistas eventuais, mas também dos investidores locais e estrangeiros.

Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção

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